Chapada dos Guimarães (MT) é menos roots do que as outras chapadas do Brasil por seu fácil acesso a partir de Cuiabá, mas também capricha nas belezas naturais, com paredões rochosos alaranjados, cachoeiras e cavernas de arenito. Confira os incríveis passeios para fazer por lá

Cachoeira Véu da Noiva  

O cartão postal da Chapada: Uma queda de 86 metros, caudalosa e certeira, que escorre por um paredão de granito e forma um enorme poço. Melhor ainda se passarem araras voando no horizonte. O mirante fica a 550 metros do estacionamento.

 

Cachoeira Véu da Noiva

Circuito das Cachoeiras 

O gostoso nesse circuito é a caminhada, que sobe e desce entre arbustos retorcidos. As cachoeiras são na verdade cinco pequenas quedas d’água com poços para lavar a alma e areia pra tomar sol. A trilha culmina na Casa de Pedra, uma caverna onde a voz faz eco e a sombra acolhe para um lanchinho.

 

Piscina Natural
Cachoeira do Pulo
Cachoeira do Sonrisal
Cachoeira do Degrau
Cachoeira das Andorinhas
Cachoeira da Prainha

Trekking até o Morro do Jerônimo  

Pra quem gosta de caminhada, a trilha de 16 km (com pelo menos 30 minutos de subida bem íngreme) leva até um dos pontos mais altos do parque (800 metros), que deixa ver bem longe. A paisagem do percurso é relativamente monótona, salvo algumas formações de arenito curiosas no caminho. É preciso usar perneiras de couro nas canelas pra proteger de cobras.

Trilha Morro de São Jerônimo
Trekking Morro de São Jerônimo

 Cavernas Aroe Jari   

A maior abundância de cavernas da região está nesse circuito da Fazenda Água Fria, fora do parque. Aqui anda-se o dia todo por trechos de matas de galeria (que formam corredores ao longo dos rios e áreas úmidas), passando pela Aroe Jari, a maior gruta de arenito do Brasil, com 1 550 metros de extensão, uma lagoa azul cristalina (proibida para banho) e algumas quedas d’água (nestas sim dá para entrar), entre o silêncio perene e o céu azul intenso do cerrado. Há pouquíssima gente a vista, mesmo na alta temporada

Caverna Aroe Jari
Lagoa Azul

  Vale do Rio Claro e Cidade das Pedras 

É preciso ir com guia e carro 4×4. O passeio envolve uma caminhada de 4 km pelo vale, passando pela formação rochosa Crista do Galo, que tem vista panorâmica pra Chapada, e dois poços pra nadar nas corredeiras e ver peixinhos. No mesmo dia os guias costumam oferecer pra levar também até a Cidade das Pedras, um lugar com impressionantes formações moldadas pelo vento e pela chuva que lembram ruínas de uma cidade.

Cidade das Pedras
Vale do Rio Claro

Mirante do Centro Geodésico da América do Sul  

O Centro Geodésico é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, bem no meio da América do Sul. O lugar exato fica, na verdade, na Praça Pascoal Moreira Cabral, em Cuiabá, mas este mirante levou a fama. A indicação no Google Maps está errada – saia da cidade e siga as placas, o mirante fica a 8 km de lá, na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), sentido Campo Verde. A entrada é gratuita e a vista da boca dos paredões é sensacional.

 

Mirante Centro Geodésico América do Sul

Mirante Alto do Céu  

Outro lugar cênico pra ver o dia findar, com uma panorâmica ainda mais abrangente da região. É preciso pagar R$ 10 e caminhar uns 15 minutos pra chegar até o mirante em si. Com o cair da noite, dá pra ver as luzes de Cuiabá se acendendo ao fundo.

Mirante Alto do Céu

Fonte: https://www.carpemundi.com.br/miniguia-da-chapada-dos-guimaraes-mt/ 

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