1. Pampulha 

O entorno da lagoa da Pampulha reúne o mais belo conjunto arquitetônico da capital
mineira. Por lá estão as três primeiras obras assinadas pelo mestre Oscar Niemeyer,
projetadas na década de 40: Museu de Arte da Pampulha, instalado no prédio onde
funcionava um cassino; Casa do Baile, um espaço para exposições que, inicialmente,
abrigaria um restaurante e um salão de festas; e a igreja de São Francisco de Assis,
principal cartão-postal da cidade, ornamentada por 14 painéis de azulejo de autoria de
Cândido Portinari retratando a Via Sacra. Todo o espaço é contornado por jardins
criados por Burle Marx.

2. Circuito Cultural da Praça da Liberdade 

O roteiro do Circuito Cultural Praça da Liberdade é marcado por alguns dos principais
museus e espaços culturais de Belo Horizonte, todos com entrada gratuita! O ponto de
partida para explorar a região é a Praça da Liberdade, bem no centro de BH. Ao redor
dela, estão o Centro Cultural Banco do Brasil, o Memorial Minas Gerais, o Museu das
Minas e do Metal, o Espaço do Conhecimento da UFMG e a Casa FIAT de Cultura.
Além dos museus, vale também alguns cliques do Palácio da Liberdade e do Edifício
Niemeyer. A Praça da Liberdade atrai não só a turistas. O local é bastante procurado
para prática de esportes, feiras de artesanatos, encontros de jovens e, claro, por quem
deseja um cantinho para descansar à sombra das árvores.

3. Parque Municipal – Renné Giannetti

O Parque Municipal foi inaugurado em setembro de 1897, ou seja, antes mesmo da
inauguração da capital, que foi em 12 de dezembro daquele ano. No começo, ocupava
uma área de 600 mil metros quadrados, mas, com o tempo, foi perdendo espaço para
construções diversas e hoje tem apenas 182 mil metros quadrados. Mesmo assim,ainda abriga nascentes de riachos, 280 espécies de árvores, como figueiras, jaqueiras e flamboyants. É bem comum, também, avistar animais como pica-paus, tucanos, e micos. Há pista de caminhada, quadra de tênis, quadra poliesportiva (agendar uso pelo telefone 3277-4422), equipamentos de ginástica, o teatro Francisco Nunes e um orquidário. São cinco entradas: Avenida Afonso Pena, Carandaí, Alameda Ezequiel Dias, Avenida dos Andradas e Rua da Bahia. A área dos brinquedos pagos está próxima à Alameda Ezequiel Dias. Dentre eles, temos roda gigante, carrossel, carrinho de bate-bate e um trenzinho que percorre algumas áreas do parque.

4. Mirante de Mangabeiras

No alto do Mirante do Mangabeiras, o nome Belo Horizonte ganha muito mais sentido.
De lá, vê-se a cidade ser emoldurada pelo belo pôr do sol diante de visitantes atônitos
com o colorido que toma conta do céu. Os prédios são abraçados pela Serra do Curral
e o visual está entre os mais belos da capital mineira. Recentemente reformado, o
Mirante do Mangabeiras (que antes era repleto de vendedores ambulantes) ganhou
decks de madeira e é tomado pelos celulares que a todo momento registram a
paisagem. Um projeto prevê que o mirante ganhe em breve uma grande tirolesa, que
levará os visitantes até o Parque do Mangabeiras, e ainda a implementação de
lanchonetes. Por enquanto, quem toma conta da área são os saruês, que acompanham
os turistas e até posam para fotos.

5. Experiência de Boteco 

Atividade predileta entre os mineiros que vivem em Belo Horizonte, os botecos são levados muito a sério por lá. Todos têm um predileto ou um clássico para indicar. A verdade, no entanto, é que há quase 14 mil bares por toda a cidade. A cidade é forte também na produção de cervejas artesanais, como a Backer e a Wälls. Aproveite para experimentar algumas delas! Entre os bairros que concentram boas opções de botecos estão Santa Tereza, Savassi, Lourde e Centro, especialmente no clássico Edifício Malleta. Invista algumas horas na deliciosa arte de petiscar e beber.  

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